Work in progress

OTecelão [2019]

O que é ser homem, hoje? Discute-se que a formação do homem, histórica e culturalmente, sempre esteve associada a uma necessidade de ser igual a (AMBRA, 2015), sendo os referentes: estereótipos baseados em violência, insensibilidade, negação da empatia e submissão constante do outro. Estereótipos de virilidade. Em conformidade com as atuais discussões sobre identidade e gênero, sexualidades, somadas as pautas feministas, torna-se necessário levantar esse questionamento e repensar nossos processos formativos.

Provocado por esses questionamentos, o artista multimeios Gabriel Augusto apresenta a performance OTecelão. A ação propõe refletir sobre maneiras plurais e as complexidades de ser homem na atualidade. Com um dispositivo relacional, de classificação livre, o artista propõe um embate direto a esses estereótipos.

Referências bibliográficas:

  • AMBRA, Pedro Eduardo Silva. Gênero, Sexualidade e Política: para uma crítica psicanalítica da identidade. Leitura Flutuante. Revista do Centro de Estudos em Semiótica e Psicanálise. ISSN 2175-7291, v. 7, n. 1, 2015.

  • BARTHES, Roland. A morte do autor. O rumor da língua. WMF Martins Fontes. São Paulo. v. 2, p. 57-64, 2004.

  • BOURRIAUD, Nicolas. Estética Relacional.  Martins Fontes. São Paulo, 2002.

  • COHEN, Renato. Work in progress na cena contemporânea: criação, encenação e recepção. Perspectiva. São Paulo, 1998.

  • RANCIÈRE, Jacques. O Espectador Emancipado. WMF Martins Fontes. São Paulo, 2012.

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